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Tereza Melo, designer Trapos&Fiapos
na Destaque Decor de MAIO







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Uma árvore frondosa e cheia de vida
Já conhece o tapete FAVEIRA da Coleção Esperançar da Trapos&Fiapos? 

Olá! Como passou a semana? Espero que bem e em paz. 

Temos falado, a cada encontro, um pouco sobre a Coleção Esperançar.
Hoje, quero falar sobre um modelo muito especial da coleção, que nos levou
a um significado do que é superar os desafios impostos: o tapete Faveira.

A faveira é uma árvore frondosa, imponente, que pode chegar até 60 metros de altura.
Ela é resistente, não perde sua folhagem em tempos mais áridos e seus galhos
se arrastam pelo solo, servindo de alimento para os animais em épocas escassas. 

Essa resiliência, vontade de viver e de atravessar o inesperado da Faveira,
nos inspirou a criarmos o modelo de mesmo nome. Ele é produzido em taboa e algodão,
urdido de preto e grão de bode, em tons de verde e laranja sobre a base.
Ele é, como os outros modelos da coleção, todo feito em tear 100% manual. 

Espero você em nosso próximo encontro! Abraços, Tereza Melo






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Lançamento da Coleção Esperançar da Trapos&Fiapos  

Trapos&Fiapos lança coleção Esperançar Novos pensares e sentimentos
invadiram nossos lares no último ano. O isolamento social imposto pela
pandemia nos fez olhar para nossas vidas com outros olhos e desafios e
para nossa casa com mais carinho, mais afeto e cuidado. A empresa piauiense
Trapos&Fiapos, que há 36 anos transforma a matéria-prima brasileira em poesia para a casa,
apresenta novos produtos exclusivos na Coleção Esperançar, pensando diretamente
nessa nova maneira de enxergarmos a casa como nosso casulo de proteção. 

“A Coleção Esperançar surge dessa introspecção que entramos pela pandemia,
esse novo pensar, sentir a casa, repensar o lar. Um repensar tudo,
aprender novas coisas, estar em casa, trabalhar em casa, e encarar positivamente,
acreditando com fé. Esperançar é confiar com fé.”, conta Tereza do Carmo Melo,
fundadora da marca. Como toda coleção da Trapos, a Esperançar vem carregada de significados,
observados durante essa época incerta da humanidade. “Aqui no Nordeste,
quando a gente vê tudo cinzento, seco, a gente imagina que logo logo vai chegar
a chuva para a gente plantar e as árvores frutificarem. Essa pandemia deixou tudo cinzento.
Não conhecemos muito o agente dessa doença, o que sabemos é que nos trouxe muito sofrimento.
Mas ficamos mais fortes depois de uma crise, vem muito aprendizado. Isso nos deu um substrato
para pensar uma coleção que nos dissesse isso: que do cinza, brota o colorido, o verde, o vivo.
Pensamos em uma coleção de esperança do que está por vir”, explica Tereza. 

O resultado desta introspeção é uma coleção de 5 peças, criadas com esse pensamento
de observar da natureza um caminho, tão arraigado na história da Trapos.
O primeiro tapete criado é o Esperança, onde o cinza impera, mas começa a aparecer tons de verde,
como se uma nova semente medrasse no cenário acinzentado. O modelo Faveira foi inspirado na árvore
de mesmo nome, que não perde a folhagem verde e tem seus galhos que se arrastam pelo solo,
servindo de alimento para os animais em tempos escassos. O tapete Margarida é relacionado
à flor que está sempre viva em diferentes épocas do ano, ou seja, em diferentes adversidades. 

É um ciclo permanente de fertilidade. Já o modelo Mangará recria o anúncio da bananeira:
quando frutifica, o “coração” da bananeira avisa a chegada do fruto. Os modelos foram desenvolvidos
em tear manual e urdidos com linha escura - diferente dos tons padrão cru ou preto – e uso de muitos
tons coloridos, vivos e vibrantes, como os matizes de verde e terrosos. Tereza ainda fez interferência
em alguns deles, como o Mandacaru, onde trabalhou fios coloridos sobre a trama, fazendo marcações
e sombras bordadas à mão. www.traposefiapos.com.br ​


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Coleção Esperançar - conFIAR com FÉ
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Nesses tempos incertos, muitas questões, indagações vieram fazer lar em nossos corações.
Esse novo tempo chega nos trazendo mais aprendizado.   O silêncio ressoa sobre cultivar amorosidade,
enxergar o outro; a natureza nos coloca para ‘espiar’ o seu movimento e, assim, passamos a ter certeza
de que tudo há de melhorar e que devemos permanecer acreditando em nós mesmos, nas pessoas e no que virá,
pois é tempo de esperançar - confiar com fé.   Nessas andanças da nossa mente, surgiram novas inspirações
para uma coleção que quer convidar você para uma imersão interna e encontrar, lá no fundo do seu coração,
motivos para seguir em frente!  A Coleção ESPERANÇAR quer plantar esta semente em você: confiar no que virá,
de peito aberto, e encontrar beleza nesses tempos incertos. 

Veja o link de lançamento da coleção:




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Coleção Maré Mansa na Destaque Decor de março
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“Inspirada nos tempos atuais, onde o sossego e o silêncio não tem espaço nem vez,
a Trapos&Fiapos evoca a paz e a serenidade das marés baixas."
Detaque Decor - destaque 96.

(Reprodução/DestaqueImobiliário)
https://issuu.com/destaqueimobiliario/docs/dstq96_-_issuu__1_



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Portal Casa Abril 2020
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> Tereza Melo – Trapos&Fiapos  (Reprodução/Casa.com.br)

“Estou em casa, com minha família, pois tenho mais de 60 anos .
A empresa está em uma velocidade bem mais lenta, respeitando a saúde dos colaboradores.
Em casa, com nossos entes queridos, temos tempo de refletir sobre nossa vida e nossa realidade.
Então, eu penso que a mensagem do Universo sobre tudo o que está acontecendo,
de precisarmos nos ligar com o divino, procurar as emoções, ficar em casa, mergulhar internamente,
refletir sobre o que queremos. Tomar atitudes em virtude daquilo que não queremos mais,
agir com consciência, perceber como estamos todos conectados.
Tempos de desacelerar e se enxergar internamente, se conhecer“.

Veja o link completo:
https://casa.abril.com.br/profissionais/profissionais-contam-ao-casa-como-estao-enfrentando-a-quarentena/



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Acreditando, temos competência para conseguir 
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Por Tereza Melo 

Eu sou médica de formação, fiz residência em pediatria, depois fiz saúde pública.
E trabalhando na Universidade Federal do Piauí eu tentei trabalhar em comunidades
em desenvolvimento rural, mas a burocracia da Universidade atrapalhava
muito os projetos, a sequência das atividades. 

Nessa época eu vim morar na zona rural e, pelos meus conhecimentos de saúde pública,
eu pude perceber que a saúde só chegava nas pessoas quando elas iam buscar a saúde,
ela não vinha de graça. As pessoas precisavam compreender o que era saúde pra sair da
figura focada em hospital, médico e medicamentos, e compreender saúde como
um bem mais ampliado, onde você precisava ter um recurso vindo de um trabalho
para você ter acesso aos bens que te façam ter saúde, como moradia, alimentação,
lazer, transporte, educação, etc.

Então, de certa forma, eu não saí da saúde pública dentro da Trapos&Fiapos.
É um trabalho de saúde pública, onde através do trabalho, do agrupamento das pessoas
em torno do trabalho, elas puderam ter acesso a uma qualidade de vida melhor,
só que sem ser hospitalocêntrica: o foco está mais na qualidade de vida das pessoas,
porque elas não adoecem nos hospitais e nas unidades básicas de saúde,
elas adoecem na sua localidade, nas suas casas e comunidades, com seu estilo de vida.

Possibilitando esse trabalho, a gente pôde resgatar não só a autoestima, o trabalho
de ancestralidade que estava no sangue das pessoas mas que estava adormecido
porque tinham deixado de trabalhar com os teares aqui, mas fortalecemos o ser humano.
Eles compreendem que o que estava atrás deles empurra eles para frente: são os pais,
avós, tataravós, eles que dão força e estrutura na vida. Isso foi importante porque elas
se descobriram poderosas, competentes, autônomas e donas da própria vida.

O tear manual eu conheci desde criança pois eu vinha para a zona rural de Teresina e
assistia às avós das pessoas que trabalham na Trapos, que plantavam o algodão,
fiavam o fio, teciam redes. Era uma coisa que estavam nas entranhas, no viver deles,
mas que estava desaparecido com a chegada do bicudo no plantio do algodão,
a colheita acabou, a plantação foi dizimada.

Nós, seres humanos possuímos competências e certo poder. Mas às vezes
a gente não descobre isso, e no processo da Trapos, o trabalho incluía colocar luz no saber do outro,
fazendo com que ela enxergasse essa competência. Na hora que você descobre isso,
você avança, você anda, você cresce, porque você acredita em si mesmo: isso faz
as outras pessoas acreditarem automaticamente no seu trabalho, a credibilidade aumenta,
e a autoestima também. Nós começamos a perceber que as pessoas começaram
a vir trabalhar mais felizes, mais vivas no fazer, no trabalhar,  no conviver,
e isso foi passado pra família. Isso temos filhos de artesãos que se formaram em faculdade:
odontólogo, advogado, que está fazendo engenharia. Isso tudo foi um processo lento, mas que rende frutos.

BAMERINDUS - Gente que faz 

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Nosso BLOG <3 
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Um local para ver dicas, organizar, otimizar, falar, decorar, ver tendências, sempre com a Trapos&Fiapos.
Nossas andanças pelo mundo, locais por onde andam nossas peças, quase sempre com desenhos de
Tereza Melo que desde 1985 desenhar peças únicas, sustentáveis e inteligentes.

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